08h00 – Início do passeio com recolha no alojamento por guia-motorista em viatura confortável com destino a Santiago de Compostela.
📜 Contextualização Histórica
Apresentação do significado espiritual e cultural dos Caminhos de Santiago para o património europeu.
🌿 Viagem pelo Minho e Galiza
Travessia das paisagens verdejantes do Norte de Portugal e da Galiza.
🥾 Caminhada simbólica no Caminho Português de Santiago (5 km)
Percurso pedestre desde o Mosteiro de Valença até à Ponte Internacional, atravessando a fronteira a pé — um momento único e simbólico.
🚐 Viagem até Padrón (Galiza)
Panorâmica pelas Rías Baixas. Breve paragem em Padrón, local da tradição da chegada da barca com o corpo do apóstolo Santiago.
🍷 13h30 – Almoço galego (não incluído)
Menu típico regional em tasca tradicional em Santiago.
🏰 Visita guiada a Santiago de Compostela
Exploração do centro histórico:
☕ Tempo livre para café, compras e contemplação
Sugestões de esplanadas típicas, lojas de artesanato e doces conventuais.
🚍 17h30 – Regresso ao Porto
Com paragem panorâmica para descanso.
🎓 20h00 – Chegada prevista ao alojamento
Entrega de Diploma simbólico de peregrino por 1 dia, como recordação da jornada.
Preço do passeio por viatura
🔹 2 a 6 pessoas:
🔹 7 a 8 pessoas:
🔹 9 a 12 pessoas:
✅ Inclui:
🎒 Estilo: Cultural, Espiritual e Gastronómico
Ideal para viajantes que procuram uma experiência mística e autêntica, entre paisagens verdejantes, património milenar e sabores locais da Galiza.
A história de Santiago de Compostela, situada na Galiza, remonta ao início do século IX, quando, segundo a tradição cristã, foram descobertos os restos mortais do apóstolo Santiago Maior (Santo Apóstolo Tiago), um dos doze discípulos de Jesus Cristo. A lenda afirma que, após o seu martírio em Jerusalém, o corpo de Santiago foi transportado por mar até à costa da Galiza e sepultado num campo, posteriormente identificado por um eremita chamado Pelágio, guiado por uma estrela (daí o nome Campus Stellae — Compostela).
O rei Alfonso II das Astúrias ordenou a construção de uma capela no local, que mais tarde se transformaria na Catedral de Santiago de Compostela. Este acontecimento marcou o início de uma das mais importantes rotas de peregrinação do mundo cristão medieval: o Caminho de Santiago.
Durante os séculos seguintes, o Caminho tornou-se um eixo espiritual, cultural e político da cristandade europeia, equiparado às peregrinações a Roma e Jerusalém. Milhares de peregrinos percorriam, e continuam a percorrer, centenas de quilómetros a pé, vindos de todos os cantos da Europa, para alcançar a cidade sagrada, buscando fé, perdão, cura espiritual ou simples introspecção.
Os “Caminhos de Santiago” são vários — o Francês, o Primitivo, o da Prata, o do Norte e o Português, este último de extrema relevância para os peregrinos vindos de Portugal. Cidades como Lisboa, Santarém, Coimbra, Porto e Valença tornaram-se pontos fundamentais neste percurso espiritual. O Caminho Português, particularmente, ganhou notoriedade nos séculos XIV e XV, muito promovido pelas ordens religiosas e pela nobreza portuguesa.
Com o tempo, os Caminhos ganharam não só importância religiosa, mas também económica e cultural, promovendo o intercâmbio entre povos e o desenvolvimento de infraestruturas como albergues, pontes, igrejas e hospitais. Estes vestígios ainda hoje marcam a paisagem e testemunham o impacto profundo desta prática milenar.
Em 1987, o Conselho da Europa declarou o Caminho de Santiago como o Primeiro Itinerário Cultural Europeu, e em 1993 a UNESCO inscreveu o Caminho Francês como Património Mundial, distinção que viria a abranger outros caminhos e monumentos relacionados.
Hoje, Santiago de Compostela é o ponto de confluência de um fenómeno global que transcende religiões e culturas. O peregrino contemporâneo, embora nem sempre movido pela fé, continua a caminhar por razões tão humanas quanto a busca de sentido, equilíbrio ou silêncio.
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